Blog · Eduardo Inojosa

Pernambuco não é pobre de dinheiro. É pobre de gestão.

Aqui eu mostro, com dado e sem enrolação, onde o dinheiro público se perde e como fazer a gestão funcionar de verdade. Cada texto traz o fato, o número e a fonte, para você conferir.

Fundamentos · comece por aqui

O que um deputado estadual pode (e não pode) fazer por Pernambuco

O que o cargo realmente permite, e o que muita promessa de palanque esconde. A arquitetura do poder estadual explicada sem juridiquês.

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O que o cargo
pode fazer
Fiscalização

O poder de fiscalizar o orçamento que quase nenhum deputado usa

CPI, requerimento de informação, Tribunal de Contas. O poder de vigiar o dinheiro público é maior do que parece, e um dos menos usados.

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Consumidor

A lei estadual que encara a fila do banco e a internet lenta

Fila de banco, velocidade de internet, multa de fidelidade. O terreno onde uma lei estadual muda o seu dia a dia e resiste ao Supremo.

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Educação

Nem toda promessa sobre escola cabe no cargo estadual

Por que nem toda promessa sobre escola cabe no cargo. Onde o estado pode agir de verdade e onde a autonomia do município começa.

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Segurança

O que dá pra cobrar de verdade sobre segurança em Pernambuco

Quem comanda cada força, o que o deputado pode cobrar e por que a promessa de "colocar polícia na sua rua" não cabe no cargo.

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Saúde

Como se fiscaliza uma fila do SUS com número, não com discurso

O papel do estado dentro do SUS e como se fiscaliza uma fila de verdade, com número e checagem, não com discurso.

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Meio ambiente

O imposto que recompensa a cidade que cuida do meio ambiente

Licenciamento e o ICMS socioambiental: o instrumento que premia com dinheiro a cidade que cuida. Uma das competências mais fortes do estado.

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Orçamento

Para onde vão os R$ 63 bilhões do orçamento de Pernambuco

R$ 63 bilhões, e para onde vão. O que é a LOA, quem aprova, e o impasse de 2026 explicado sem torcida.

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Posição

Por que uma nova política precisa de gente preparada

Rosto novo não muda a política. Preparo, sim. Por que estudar a função importa mais do que herdar um sobrenome.

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